Cíntia de Azevedo Lourenço

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Cíntia Azevedo Lourenço é professora Titular da Universidade Federal de Minas Gerais. Sua formação é toda em sua área de formação primária: bacharel em Biblioteconomia pela PUC de Campinas, mestrado em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas em 1998 e o doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2005. Possui também uma Especialização em Análise de Sistemas pela Faculdade "Carlos Pasquale" de São Paulo. Pesquisadora participante dos Grupos de Pesquisa: MHTX e RECRI. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Catalogação (GEPCAT). Atua na área de Ciência da Informação, com ênfase em Biblioteconomia, na área de Organização da Informação - Catalogação, Classificação do conhecimento e organização da informação na web. Docente do Programa de Pós-graduação em Gestão e Organização do Conhecimento (PPGGOC) da Escola de Ciência da Informação da UFMG, orienta dissertações e teses na área de: Catalogação: conceitos, história e epistemologia, Catalogação em bibliotecas e repositórios digitais, Instrumentos de representação descritiva, Modelagem conceitual FRBR, FRAD e FRSAD, FRBR/LRM, FRBRoo, Padrões de metadados para representação descritiva, Processos e produtos de representação descritiva e Representação Descritiva e Modelagem de Dados , padrões de metadados para catalogação.

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    AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS: Análise da Produção via Biblioinfo (1986-1994)
    (REVISTA ACB: BIBLIOTECONOMIA EM SANTA CATARINA, 1997) LOURENÇO, Cíntia de Azevedo.
    O presente trabalho consiste em uma avaliação da produção científica em automação de bibliotecas nos últimos 7 anos. Através de um levantamento desta produção a partir da base de dados BIBLIOINFO, tente traçar um perfil desta produção a nível nacional. Os dados tabulados foram analisados com base nas seguintes variáveis: tipo de publicação, periódicos mais produtivos em automação de bibliotecas, ano de maior produção, tipo de autoria, sexo dos pesquisadores da área e temas mais abordados. Identifica, assim, a necessidade de uma abordagem mais científica do tema, pois grande parte da produção concentra-se em relatos de experiência, que pouco contribuem para o desenvolvimento da automação de bibliotecas no Brasil.